Não precisamos de religiosos nem filósofos
O problema é a falta de amor...
Não o amor de um homem por uma mulher ou vice-versa, não o amor de uma mãe por um filho...
É aquele amor inexplicável que Zeca Baleiro canta: “Hoje eu acordei com uma vontade danada de mandar flores ao delegado, de bater na porta do vizinho e desejar bom dia, de beijar o português da padaria.”
Amor que eu lembro a última vez que senti, e foi há muitos anos atrás...
É um amor carregado de paz, que faz querer não só o próprio bem, mas o bem de seu próximo.
Independente de religião, filosofia ou qualquer outro aspecto teórico.
Amor que faria engravatados no ar condicionado pensarem em pais de família que sustentam três, quatro, cinco, seis pessoas num barraco ao lado de um esgoto com um salário mínimo não lutarem para dobrar seu próprio salário que já é de dois dígitos e sim reunir esforços para tornar a vida desse homem digna.
Amor que faria chefes de estado pensarem não em guerras e seus lucros, mas sim em combate à fome e à doença.
Amor que faria pessoas se abraçarem e não brigar por futilidades.
Amor que faria as pessoas esquecerem os erros das outras, perdoarem e retomarem o sentimento bonito de quando se conheceram.
Amor que faria não haver interesse a não ser pelo bem estar, não só seu, mas de todos.
Simplesmente amor.
Não o amor de um homem por uma mulher ou vice-versa, não o amor de uma mãe por um filho...
É aquele amor inexplicável que Zeca Baleiro canta: “Hoje eu acordei com uma vontade danada de mandar flores ao delegado, de bater na porta do vizinho e desejar bom dia, de beijar o português da padaria.”
Amor que eu lembro a última vez que senti, e foi há muitos anos atrás...
É um amor carregado de paz, que faz querer não só o próprio bem, mas o bem de seu próximo.
Independente de religião, filosofia ou qualquer outro aspecto teórico.
Amor que faria engravatados no ar condicionado pensarem em pais de família que sustentam três, quatro, cinco, seis pessoas num barraco ao lado de um esgoto com um salário mínimo não lutarem para dobrar seu próprio salário que já é de dois dígitos e sim reunir esforços para tornar a vida desse homem digna.
Amor que faria chefes de estado pensarem não em guerras e seus lucros, mas sim em combate à fome e à doença.
Amor que faria pessoas se abraçarem e não brigar por futilidades.
Amor que faria as pessoas esquecerem os erros das outras, perdoarem e retomarem o sentimento bonito de quando se conheceram.
Amor que faria não haver interesse a não ser pelo bem estar, não só seu, mas de todos.
Simplesmente amor.

5 Comentários:
Esse amor do qual vc fala, é um amor tão simples, que as pessoas ñ dão importância e deixa passar despercebido,o amor mais sublime.
Por
Anônimo, às 8:58 AM
cara, é verdade, o amor é a base, seja pelo que e por quem for... vamos propagar! vamos espalhar o amor!
Por
Anônimo, às 10:17 AM
"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã..."
AMOR, palavrinha usada esta, não? E das mais diversas formas, para os mais diversos objetivos.
Mas qual seria o objetivo "correto", se é que exista um, para o uso da palavra "amor"?
Durante toda a sua história e percurso de evolução, a humanidade se dedica a buscar, construir e compreender os mais diversos sentimentos que pode sentir, entre eles, o amor. E, nessa inesgotável busca, o homem acaba caindo na armadilha de si próprio, acaba por banalizar o amor, por tratá-lo apenas como material de produção.
É preciso materializar o amor, integrá-lo a nós como o ar que respiramos, como fonte de sobrevivência e, assim, compartilharmos mais.
Diz-se "eu te amo" como se diz "bom dia", usa-se o amor como mera formalidade.
Amor não se usa, não se diz. Amor se sente, se vive, se transpira.
Parabéns pela sensibilidade.
Por
Anônimo, às 10:39 AM
...
Comentários ao vivo... rs (se não v~~ao me linchar aqui... =P)
Por
Anônimo, às 2:00 PM
Errata:
O correto é "cinco dígitos" e não "dois dígitos".
Por
Anônimo, às 3:03 PM
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